A Ducati conseguiu transformar o excelente em extraordinário. A nova Panigale 1299, com 205 cv para um peso a seco de 166,5 kg, cria um novo patamar de performance onde, por enquanto, mais nenhuma tem acesso. Rodar com ela em Portimão foi uma experiência perturbadora, já que ao longo do traçado se misturaram em doses nem sempre equivalentes o prazer de condução com a retração própria de quem não sabe ou não tem coragem para ir mais além. Esta Panigale foi feita para ser conduzida por todos, mas poucos serão aqueles que a vão conseguir levar o limite!
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sexta-feira, 30 de janeiro de 2015
quinta-feira, 17 de outubro de 2013
Ducati 899 Panigale
A 899 Panigale está mais acessível mas nem por isso menos entusiasmante. Numa pista como Imola o motor não se revela curto e tudo o que foi feito para a tornar menos exigente em estrada acaba por permitir que os "candidatos a pilotos" como eu se divirtam à procura dos seus limites!
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
Ducati 1199 Panigale S
Já não me apaixonava por uma moto há cerca de 18 anos, quando a Ducati lançou a sua 916. Com a Panigale, a Ducati volta a definir o que é uma desportiva. Mais do que os 195 cavalos, é o seu reduzido peso e a qualidade do comportamento da ciclística que transforma a sua condução num momento transcendental. Impressionante!
domingo, 6 de novembro de 2011
Ducati 1198R
Sentei-me aos comandos da moto campeã do mundo com a pior das expectativas. A anterior, nestas condições, pertencente a Troy Bayliss, foi a pior Ducati em que andei, e sendo esta igual pouco haveria de mudar. Enganei-me em absoluto. As afinações do Carlos Checa privilegiam a entrada suave em curva, por forma a maximizar a velocidade, e é tudo menos violenta. Posso garantir que é mais fácil de conduzir que a 1198SP. Custa a acreditar na liberdade que nos é disponibilizada. As três voltas permitidas souberam a muito pouco.
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Ducati 1198 SP e 848 EVO
Fui experimentar as novas 1198 SP e 848 EVO ao circuito de Imola. A 1198 SP revelou-se excessiva para mim, e não consigo retirar prazer na sua condução, mas a 848 EVO está quase no ponto. O motor é interessante até ao "red line" e a ciclística é rápida e precisa a meter em curva. Tive a felicidade de apanhar o Carlos Checa durante uma volta, aos comandos de uma 1198 SP, que se entretinha a olhar para trás para ver onde é que eu vinha, para depois voltar a aumentar a distância, mais do que uma vez apenas numa roda. Eu não conseguia andar mais e por várias vezes fiquei na dúvida se não teria que ir até à gravilha!
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